Um homem, identificado como A.N.F., vulgo “Verdão”, foi preso no final da tarde deste sábado (3) após invadir uma residência e tentar estuprar uma mulher, no Distrito do Caramujo, em Cáceres (a 219 km de Cuiabá). O suspeito ainda teria ameaçado a vítima de morte e atacado os policiais no momento da prisão.

Segundo informações da PM, por volta da 17h de ontem uma equipe fazia rondas pelo Distrito do Caramujo quando foi acionada por uma mulher, que relatou que “Verdão” havia entrado em sua residência e tentado estuprar sua nora.

A vítima estaria dormindo em um quarto e o suspeito tentou agarrá-la para beijá-la contra sua vontade. A mulher sentiu o hálito de bebida alcoólica e conseguiu se desvencilhar do homem. O homem foi embora, mas voltou momentos depois ameaçando-a, dizendo que se contasse à polícia ele iria matá-la.

O suspeito então começou a xingar a mulher e em seguida foi embora. Os policiais então foram até a casa do suspeito e o chamaram para conversar. O homem abriu a porta e disse que não iria conversar e que não iria preso de jeito nenhum.

Ele então correu para os fundos da residência, desobedecendo as ordens da polícia, e começou a ameaçar os militares. Os policiais continuaram o diálogo com o suspeito, e após um tempo ele teria partido para cima de um sargento, com o intuito de agredi-lo.

Os militares efetuaram disparos ao solo, na tentativa de conter o homem, mas ele não parou e pegou um tijolo para arremessar contra a equipe da PM. Um dos policiais então efetuou um disparo de bala de borracha na coxa esquerda do suspeito, o que fez com que ele encostasse no muro.

Ele ainda tentou resistir à prisão, no momento em que era algemado, dizendo que ninguém iria prendê-lo, ameaçou os policiais de morte e feriu um deles. Os militares chamaram uma equipe da Força Tática para prestar apoio, mas o homem continuou resistindo até que, com uso de força, foi contido. Ele então foi encaminhado à delegacia.

Um homem de 61 anos foi preso na tarde da última sexta-feira (7), suspeito de abusar de uma menina de 10 anos, no bairro Vila Nova, em Cáceres.

Conforme a Polícia Civil, o idoso é vizinho da vítima, ameaçou a garota de morte, caso ela revelasse o crime para alguém.

Os policiais da Delegacia Especializada da Mulher Polícia Civil informaram que o crime foi descoberto após a menina não suportar ser abusada e contar a mãe os fatos, que procurou a delegacia.

De acordo com a Delegada Judá Maali Marcodes, que cuida do caso, o idoso mora vizinho da vítima, e que nos relatos da criança, o suspeito teria passado a mão em suas partes intimas e que isto ocorreu algumas vezes.

No depoimento a vítima contou que na última vez foi solicitada pela sua irmã para que fosse até a casa do suspeito buscar um short, pois a esposa do idoso é costureira, foi então que o idoso esperou a sua esposa se afastar, e enfiou a mão no short da vítima, que e virtude do abuso teria saído correndo nervosa.

A criança contou em seu depoimento houve outras vezes, contou que certa vez foi arrastada para uma construção, e teve suas vestes tiradas, quando foi abusada nas primeiras vezes.

A prisão temporária do suspeito foi solicitada pela Delegacia Especializada da Mulher de Cáceres, que investigava o caso. Uma equipe de investigadores, cumpriram o mandado contra o suspeito.

O idoso foi preso a cerca de 100 km de Cáceres, na divisa com a Bolívia, em uma propriedade rural onde estava prestando serviços como pedreiro, e encaminhado a Delegacia Especializada da Mulher de Cáceres.

A Promotoria de Justiça da Comarca de Araputanga obteve decisão liminar que obriga a Prefeitura Municipal a fornecer planilha detalhada com os custos a serem arcados pelo município na realização das festividades relacionadas ao aniversário da cidade.

Na ação, o Promotora argumenta que valores expressivos podem estar sendo direcionados para o evento, fazendo referência a processos licitatórios de contratação de atrações artíticas, serviços de publicidade e sonorização ao mesmo tempo que que o Município tem demonstrado resistência em arcar com gastos em áreas essenciais como saúde, educação e assistência social, sob a alegação de falta de recursos públicos.

A promotora levanta dúvidas quanto à legalidade das contratações, em especial por haver entre os organizadores pessoas que já são investigadas por fraude à licitação, por meio de processos licitatórios direcionados e questionáveis.

Diante das suspeitas, o juiz de direito da Comarca de Araputanga acatou a ação civil pública e determinou que a Prefeitura Municipal anexe ao processo todos os documentos relacionados às despesas com o evento, em um prazo de vinte e quatro horas.

Gazin - Até 20/09 - 02

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