Janaína Riva é a única mulher e foi a mais votada

As eleições deste ano deram uma resposta a classe política de Mato Grosso. Além da derrota do governador Pedro Taques (PSDB) – que ficou em 3º lugar na disputa a reeleição -, apenas 10 dos 24 deputados estaduais retornarão a Assembleia Legislativa na próxima legislatura. A renovação será de 58% do quadro de parlamentares.

Apesar da renovação ser considerada baixa, dos 10 primeiros colocados nas eleições deste ano para a Assembleia Legislativa, 8 ocupam cadeira na Assembleia. A mais votada é a deputada estadual Janaína Riva (MDB), líder da oposição ao governador Pedro Taques. Ela recebeu 51.532 votos.

Pela coligação dela, formada pelo DEM/PDT/PSC/MDB/PHS/PSD/PMB, ainda foram eleitos outros 8 deputados. São eles: Nininho (PSD), com 37.499; Eduardo Botelho (DEM), com 33.728; Dilmar Dal Bosco (DEM), com 28.820; Sebastião Rezende (PSC), com 25.677; Xuxu Dalmolin (PSC), com 23.764; Gilmar Fabris (PSD), com 22.882; Dr. João (MDB), com 19.835; e Thiago Silva (MDB), com 19.338.

Pela coligação formada pelo PR/PRB/PT/PCdoB, foram eleitos: Lúdio Cabral (PT), com 22.687 votos; Valdir Barranco (PT), com 21.968 votos; e Valmir Moreto (PRB), com 21.259 votos.

Na coligação formada pelo PSB e PPS, foram eleitos Max Russi (PSB), com 35.030, e Dr. Eugênio (PSB), com 13.458 votos.

Na coligação formada pelo DC/ PRTB/ AVANTE/ SD/ PRP/ PATRI, foram eleitos Elizeu Nascimento (DC), com 21.338 votos e Ulysses Moraes (DC), com 18.716 votos.

Já na coligação PP/ PODE/ PMN/ PROS foram eleitos Paulo Araújo (PP), com 11.636 votos, e João Batista do Sindspen, com 11.366 votos.

A união entre PV e PTB, também elegeu dois deputados. Faissal Calil (PV) recebeu 20.498 votos e Dr. Gimenez(PV) 12.056 votos.

Dois partidos que lançaram chapa pura também elegeram dois deputados. O PSL, aproveitando o “efeito Bolsonaro”, elegeu dois parlamentares para a próxima legislatura. São eles: Delegado Claudinei, com 29.986, e Sílvio Fávero, com 12.057.

O PSDB, partido do governador Pedro Taques, também elegeu 2 parlamentares. Foram “reeleitos”, Guilherme Maluf, com 29.937 votos, e Wilson Santos, com 14.841 votos.

Por: Folha Max

A Prefeitura de Glória D'Oeste apoia o projeto de Leitura da Escola Rui Barbosa, do Distrito de Monte Castelo.

Na ocasião, as duas alunas finalistas ganharam uma viagem de avião para São Paulo. Lá conheceram pontos turísticos inesquecíveis.

São elas, Fernanda Barbosa, campeã em segundo lugar com 6099 páginas. Em primeiro lugar, Maysa Padovan com 7030 páginas lidas e resenhadas.

A professora Valéria André dos Santos foi acompanhar as campeãs.

O projeto é desenvolvido há seis anos para estimular a leitura.

Por: Jornal Oeste

A filha do deputado federal Victório Galli (PSL), Ester do Nascimento Galli, é ré em uma ação penal que tramita na Justiça, acusada de furto e estelionato.

De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MP-MT), assinada pela promotora de Justiça, Fânia Helena Oliveira de Amorim, aceita pela juíza Silvana Ferrer Arruda, da Quinta Vara Criminal de Cuiabá, a filha de Galli é acusada de furto com abuso de confiança, mediante duas ou mais pessoas, destruição de obstáculo à subtração, além de estelionato.

De acordo com o documento, Ester Galli, atualmente com 33 anos, trabalhou por oito meses, entre os anos de 2008 e 2009 no Grupo Atame, em Cuiabá, onde exerceu a função de auxiliar administrativa, subordinada a Eliani Aparecida de Oliveira. O MP-MT aponta que as duas teriam falsificado vários cheques, pois inseriram o nome de Ester nas ordens de pagamento da empresa, totalizando R$ 32 mil.

A denúncia aponta que ambas eram responsáveis por administrar os cheques de pagamento à vista e pré-datados que os alunos pagavam para a empresa especializada em cursos. As duas ao adulterarem os mesmos, inserindo o nome de Ester, ordenavam os depósitos para duas contas correntes, no nome da filha de Galli e também no de Chirley Conceição do Nascimento, mãe de Ester.

Ester foi demitida sem justa causa, em outubro de 2009, por ter lançado indevidamente o nome de um aluno no sistema Serasa. Um mês depois, foi a vez de Eliani pedir para sair da empresa, alegando que o marido dela, funcionário de um banco, seria transferido para Rondonópolis.

Descoberta do esquema

De acordo com o MP-MT, a fraude só foi descoberta em dezembro de 2009, após a empresa detectar que dois cheques foram depositados na conta de Ester. O valor de cada um deles era de R$ 301 e foram descontados em 27 de novembro e 28 de dezembro daquele ano. Em seu primeiro depoimento, em janeiro do ano seguinte, a filha de Galli afirmou que os cheques eram relativos ao pagamento de sua rescisão do contrato de trabalho.

A empresa, no entanto, apontou que fez os pagamentos referentes ao salário e rescisão contratual através de transferências bancárias e em espécia. Em novo interrogatório, em março de 2010, ela ficou em silêncio.

Furto na empresa

Na tarde do dia 28 de novembro, o MP-MT apontou que Ester, juntamente com outras oito pessoas, arrombaram uma porta e dois cofres da empresa e levaram um montante de R$ 220 mil, em cheques, além de talões em branco, pertencentes à empresa. O grupo levou ainda nove monitores LCD, dois aparelhos de datashow, notas fiscais diversas, documentos de veículos, além de contratos.

O grupo teria fugido em um Escort vermelho. O MP-MT afirma que o grupo sabia o que ia levar, já que não revirou o local, furtando inclusive cheques que estavam trancados numa gaveta. A chave da mesma ficava em uma caixa, cujo esconderijo Ester conhecia.

A atuação teria contado com a colaboração de um empregado da empresa de segurança que ocultou o disparo do alarme de vigilância, afirmando que foi ao local e observou que 'aparentava estar tudo ok'.

Conta com documento falso

Uma das integrantes do grupo se passou por Jussara Neves Furtado de Souza, abrindo uma conta no Banco do Brasil e outra no Bradesco com carteira de identidade, CPF e carteira de trabalho falsificadas. 

Outros dois integrantes do grupo também abriram contas, e após o furto na empresa, começaram a compensar os cheques. Os outros o fizeram diretamente na boca dos caixas das agências referentes a cada banco.

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