O vereador por Lambari D’Oeste (a 339 km de Cuiabá), Jovelino Ferreira de Souza (PSD) e outras três pessoas foram presas na manhã desta quinta (16), por suspeita de envolvimento no ataque ao prefeito do município, Edvaldo Alves dos Santos (DEM), no último sábado (11).

A Polícia Civil realizou uma operação para apurar o ataque ao prefeito. Um dos alvos foi o vereador Jovelino Ferreira. Na casa dele foi encontrada uma espingarda calibre 22 e outra espingarda calibre 28, além de munições. Ele e outras três pessoas – que não tiveram as identidades divulgadas – detidas em pontos distintos serão autuadas na posse e porte ilegal de arma de fogo. Após serem ouvidos eles deverão ter fiança aplicada nos valores de 3 a 5 salários mínimos, conforme as posses de cada um.

Conforme o delegado Miguel Macário Lopes, o objetivo da operação era apreender a arma usada no disparo efetuado no domingo (12), na porta da casa do prefeito de Lambari D’Oeste, Edvaldo Alves dos Santos. O tiro foi disparado por volta da meia noite, pouco tempo depois do prefeito e a esposa, que estavam em uma festa, chegarem em casa. O tiro arma calibre 12 quebrou a porta de vidro da entrada da residência.

Logo que acionada, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Rio Branco, começou a apuração e hoje cumpriu mandados de busca e apreensão contra possíveis pessoas suspeitas de envolvimento no disparo.

O delegado Miguel Macário Lopes informou o disparo tem motivação política, mas nenhuma das pessoas detidas confessam.

A operação desta quinta foi realizada pela Polícia Civil, em parceria com policiais militares da Força-Tática, Polícia Militar Ambiental, e policiais da Gerência de Operações Especiais (GOE), da Diretoria de Atividades Especiais, de Cuiabá.

Em entrevista ao no último domingo, Edvaldo disse que a intenção dos responsáveis pelo ataque era assassiná-lo. “O tiro estilhaçou a porta de vidro. Por pouco não me acertou. Logo que eu fechei a porta, depois de entrar, dispararam. Atiraram para matar mesmo, mas a porta segurou”, afirmou.

Segundo ele, pouco antes de entrar na casa, um veículo estacionou nas proximidades da residência. O prefeito afirma que foram ocupantes do automóvel que dispararam e logo fugiram. O gestor não soube informar a marca do carro.

Santos comenta que logo foi registrar o caso na polícia. Uma equipe da PM foi até a casa dele e, segundo o democrata, constatou que o tiro teria sido feito por uma espingarda de calibre 12.

Ele conta que foi a primeira vez em que foi alvo de um atentado. O prefeito afirma desconhecer a origem do ataque. “Até onde sei, não tenho inimigos, nem brigas na política. Não consigo imaginar a motivação desse ataque. Agora vamos ter que investigar”, relatou.

 

 

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