A partir desta sexta-feira (1º) a pesca, tanto profissional quanto amadora, está permitida nos rios de Mato Grosso com o fim da piracema.

Mesmo assim, a fiscalização realizada pelo Juizado Volante Ambiental (Juvam) e demais órgãos de defesa do meio ambiente continua, principalmente em patrulhas fluviais e terrestres que buscam evitar a retirada de peixes fora das medidas legais e acima da cota permitida por pescador.

Em virtude da proibição, que teve início no dia 1º de outubro de 2018, muitos pescadores infringem a lei na hora de retomar a atividade. Redes, tarrafas, armadilhas, espinhéis, arpões e até mesmo bombas são alguns dos apetrechos ilegais utilizados de forma criminosa por muitas pessoas, no ímpeto de compensar o período proibitivo, destinado à reprodução dos peixes.

Mesmo com a proibição, muitos pescadores tentam realizar a atividade no Rio Cuiabá, por ser o único meio de subsistência da família.

Com o fim do período de reprodução dos peixes, a pesca é permitida com algumas restrições que são permanentes.

Para pescar nos rios mato-grossenses é necessário possuir carteirinha de pescador emitida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), seja profissional e até mesmo para a pesca de lazer; utilizar apenas vara, anzol e isca; respeitar as medidas estabelecidas para cada espécie de acordo com a reprodução animal, além do limite de transporte de cinco quilos e um exemplar de pescado para os amadores e 125 kg semanais para os profissionais.

Balanço
Durante os meses de outubro e dezembro de 2018, a Sema constatou a apreensão de 8 toneladas de pescado; 7 mil pessoas abordadas e vistoriadas; 3.300 veículos e 175 embarcações vistoriados e R$ 940 mil em multas aplicadas.

 

 

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