Em evento inédito, Mirassol recebe show musical de Natal

Enquanto a população aguarda ansiosa pela instalação da decoração de Natal de fim de ano nas ruas e praças de Mirassol d'Oeste, uma rede varejista instalada no município resolveu ir além dos simples enfeites em suas dependências e trazer para o município uma atração cultural natalina.

Com o nome de "Era uma vez o Natal", o espetáculo promete reunir cerca de quatro mil pessoas de diferentes faixas etárias para assistir apresentações que envolvem música, artistas de circo, chegada do Papai Noel e queima de fogos. O evento acontecerá no dia 02 de Dezembro, a partir das 20h00, na Praça Ataíde Pereira Leite, Centro de Mirassol D'Oeste.

A entrada é gratuita e vale a pena conferir!

OPERAÇÃO MIRÍADE: Policia Federal cumpre mandado de prisão em Mirassol D'Oeste

PF combate venda de terras da União e cumpre mandados em MTNo Estado, mandados são cumpridos em Mirassol D’Oeste e Sorriso.

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (13) a Operação Miríade, com o objetivo de desarticular organização criminosa (ORCRIM) especializada em praticar fraudes para obter regularização em títulos de terras públicas da União, bem como exploração de minério e madeira ilegal, no Amapá.

A ação é resultado de trabalho em conjunto com o Ministério Público Federal no Amapá, na qual cerca de 60 policiais federais cumprem 8 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão nas cidades de Macapá/AP, Cascavel/PR, Mirassol d’Oeste/MT e Sorriso/MT. São alvos dos mandados servidores da Superintendência do Patrimônio da União (SPU/AP), Agência Nacional de Mineração (ANM/AP), Terra Legal e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA/AP).

A operação de hoje é um desdobramento da Operação Fast Food deflagrada no início deste ano, que investigou negociações ilegais para a venda de permissões de lavra garimpeiras (PLG’s) entre servidores da ANM/AP e empresários dos estados do Paraná e Mato Grosso, pelo preço de R$ 10 mil cada.

Segundo a investigação, a ORCRIM, integrada por servidores públicos, catalogava áreas para legalização fundiária, realizava fraudes no Sistema de Gestão Fundiária – SIGEF, bem como falsificações de documentos públicos, objetivando dar aparente legalidade a posses irregulares de terras da União, para pessoas interpostas (empresários).

Ficou apurado que as terras públicas da União eram oferecidas à venda pelos servidores aos empresários, pelo valor de R$ 1 mil o hectare. Foi ofertado um total de 60 mil hectares, que poderia gerar um prejuízo de aproximadamente R$ 60 milhões aos cofres públicos, evitado pela presente investigação.

Os investigados responderão, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa/passiva, falsificação de documento público, inserção de dados falsos em sistema de informação, estelionato qualificado e falsidade ideológica. Se condenados, as penas somadas podem chegar a 45 anos de reclusão.

* Miríade é o nome dado a um numeral grego que é equivalente ao valor de dez mil. Na língua portuguesa, no entanto, a palavra miríade também costuma ser aplicada no sentido figurado para representar uma quantidade elevada de alguma coisa, mas de valor indefinido.

Por: Folha Max

Advogada de Mirassol D'Oeste é presa por descumprir decisão e desligar tornozeleira em MT

Suspeita não ficava em casa nos horários determinados pela Justiça.

A Polícia Judiciária Civil de Mirassol D’Oeste (300 km a Oeste) prendeu no sábado (10) a advogada T.B.B., 34 anos, em virtude de descumprimento de condições impostas por condenação criminal.

O mandado de prisão preventiva contra a mulher foi expedido pela 3ª Vara Criminal de Mirassol D'Oeste. A detida foi condenada por crime de "sonegação de objeto de valor probatório" e responde a outros inquéritos por apropriação indébita.

Ao que consta na decisão que decretou a prisão, a custodiada, que fazia uso de tornozeleira eletrônica, estava descumprimento os horários de permanência em residência, além de manter o aparelho descarregado, condições fixadas para o regime semiaberto, "o que caracteriza verdadeira afronta ao Poder Judiciário, conquanto demonstra não estar preocupada com as consequências de suas transgressões", conforme trecho da sentença.

A decisão regrediu o regime de cumprimento de pena, decretando a prisão preventiva, cumprida pela Polícia Civil, com acompanhamento da Ordem dos Advogados do Brasil.

A detida aguardará, na delegacia de polícia do município, decisão judicial sobre sua transferência para estabelecimento adequado.

Por: Folha Max

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