O Poder Executivo decidiu cancelar o ato administrativo que nomeou, para o cargo de Secretária Municipal de Educação, a auxiliar administrativa Marli Andromede Ferreira, após recomendação do Ministério Público. O ato de cancelamento deverá ser publicado no Diário Oficial nos próximos dias. 

Marli foi condenada pela Justiça Eleitoral por praticar, em tese, ação eleitoral oportunista, visando compra indireta de votos, ao distribuir 1.500 kits escolares sem a existência de programa social previsto em lei, o que teria contribuído para que saísse vitoriosa das eleições.

A auxiliar administrativa chegou a recorrer da decisão, mas ela foi mantida pelo Tribunal Regional Eleitoral, que determinou o seu afastamento da função pública legislativa, condenou-a ao pagamento de multa de R$ 10 mil e declarou sua inexigibilidade por oito anos.

O Ministério Público entende que durante este período de ilegibilidade, ela está impedida de ocupar qualquer cargo político, incluindo o de Secretária Municipal, sob pena de o Chefe do Executivo responder por improbidade administrativa.  

“Por não estar no pleno gozo de seus direitos políticos, evidentemente e por corolário não possui a pessoa alhures citada condição legal para investidura e o consequente exercício de cargo público comissionado”, destacou o promotor de Justiça Saulo Pires de Andrade Martins. 

Segundo fontes próximas, no intervalo de pouco mais de uma semana entre sua nomeação e o cancelamento do ato, Marli já se movimentava no sentido de organizar a pasta, que agora deverá ser ocupada por outra pessoa, ainda não definida pela administração pública. 

 

 

Gazin - Aniversário - 03

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