O Ministério Público de Mato Grosso, por meio da Promotoria de Justiça de Mirassol D'Oeste, emitiu notificação recomendatória determinando que a Prefeitura Municipal promova, no prazo de noventa dias, obras de reparo e melhoria em duas escolas municipais.

Na notificação, o Promotor de Justiça Saulo Pires de Andrade Martins esclarece que o município deverá apresentar resposta por escrito, em um prazo de vinte dias, a respeito do posicionamento a ser adotado frente aos reparos exigidos, sob pena de desobediência.

As escolas fiscalizadas pelo Ministério Público e que deverão ser reformadas são: Escola Municipal Vereador Edson Atier Almeida Tamandaré e Escola Municipal Inedi Fontes Castilho de Queiroz.

Na Escola Edson Tamandaré, segundo o Promotor, as obras deverão assegurar a correção dos seguintes itens apontados como falhos: ausência de acessibilidade e segurança na estrutura física da unidade escolar, inexistência de alvará emitido pelo Corpo de Bombeiros, processo de segurança contra incêndio e pânico aprovada pelo corpo de bombeiros, entre outras falhas de segurança como botijões não armazenados em local protegido e ausência de extintores, inexistência de acessibilidade para PNE's, brinquedos de parquinho quebrados, estrutura física com sujidade, totalmente comprometida e em más condições (rachaduras nas paredes,portas, janelas e forros quebrados, revestimento e pinturas das paredes danificados, lavabos quebrados, parquinho quebrada, ausência de área específica para limpeza), ar-condicionado, central GLP e caixa de energia mal instalado e sem a devida segurança, dosador de cloro jogado sem uso, água da caixa d'água sem tratamento, ausência de Controle de pragas e vetores, biblioteca desorganizada, entre outras circunstâncias que geram evidentes prejuízos a toda comunidade escolar.

Já na Escola Municipal Inedi Fontes Castilho de Queiroz, as obras deverão contemplar a correção destes problemas: ausência de acessibilidade e segurança na estrutura física da unidade escolar, inexistência de alvará emitido pelo Corpo de Bombeiros e devida instalação de extintor de incêndio, falta de manilhamento para escoar água fluvial e exposição de esgoto a céu aberto no entorno da escola, entre outras ircunstâncias que geram evidentes prejuízos a toda comunidade escolar.

As determinações constam das Notificações Recomendatórias de n. 33/2019 e 34/2019, que foram entregues ao Prefeito Municipal, Secretária Municipal de Educação e respectivas diretoras escolares, para que adotem as providências necessárias.

Morador da Avenida Acrísio Leite, no Bairro Jardim das Flores, enviou para a redação do Mirassol Urgente fotos de um incêndio em andamento nas dependências de lote baldio, localizado nas proximidades de sua residência.

Segundo ele, as chamas derreteram parte do forro do imóvel e ainda oferecem ameaça para a estrutura da casa. Para a reportagem, ele afirmou que a falta de fiscalização da prefeitura contribuiu para o problema.

"Já procuramos a prefeitura, conversamos com o próprio Fransuelo, mas nada foi feito. Pedimos antes do período da seca que obrigassem o proprietário a fazer a limpeza. Não fizeram nada e, agora, o problema existe", declarou. Segundo ele, também os vereadores estão cientes do problema, mas nenhum se prontificou a buscar uma solução.

Terrenos baldios tomados pelo mato e lixo são comuns em Mirassol D'Oeste, alguns inclusive de propriedade do próprio município. A depender da época do ano, contribuem para o surgimento de queimadas ou proliferação de doenças, dentre elas, a dengue.

A Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Jardim Popular em São José dos Quatro Marcos, desenvolve o Projeto "Varal Solidário". O projeto nasceu a partir da iniciativa da enfermeira da unidade Letícia Borges Guimarães, com o objetivo de ajudar famílias carentes moradoras do bairro.

De acordo com a enfermeira e idealizadora do Projeto Letícia Borges, a UBS está sempre trabalhando com programas do Ministério da Saúde e um deles inclui a Puericultura. “Nesse atendimento as mães sempre reclamam que as roupinhas estão pequenas ou que não tem condições de comprar”, disse a enfermeira ao justificar a criação do Projeto.

O Projeto “Varal Solidário” foi iniciado com o apoio de todos os servidores da Unidade Básica de Saúde, que juntos montaram o varal, onde as doações de roupas, calçados e outros acessórios são colocados. “Todo mundo ajudou, organizamos tudo, o varalzinho e fizemos os prendedores, tudo enfeitadinho”, afirmou.

Letícia Borges informou que inicialmente ficou receosa para iniciar o Projeto, que tem como lema: Quem tem sobrando doa, quem precisa pega. “A gente tem recebido não só roupas, como calçados, mantas, fraudas e até mosquiteiro”, disse.

Segundo Letícia, as doações recebidas beneficiam desde recém nascidos a crianças de 12 anos de idade. “Ela finalizou agradecendo aos doadores e ressaltou a importância das doações. "Sempre que puder nos ajude, porque todo mundo precisa de ajuda”, frisou.

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