Morador da Avenida Acrísio Leite, no Bairro Jardim das Flores, enviou para a redação do Mirassol Urgente fotos de um incêndio em andamento nas dependências de lote baldio, localizado nas proximidades de sua residência.

Segundo ele, as chamas derreteram parte do forro do imóvel e ainda oferecem ameaça para a estrutura da casa. Para a reportagem, ele afirmou que a falta de fiscalização da prefeitura contribuiu para o problema.

"Já procuramos a prefeitura, conversamos com o próprio Fransuelo, mas nada foi feito. Pedimos antes do período da seca que obrigassem o proprietário a fazer a limpeza. Não fizeram nada e, agora, o problema existe", declarou. Segundo ele, também os vereadores estão cientes do problema, mas nenhum se prontificou a buscar uma solução.

Terrenos baldios tomados pelo mato e lixo são comuns em Mirassol D'Oeste, alguns inclusive de propriedade do próprio município. A depender da época do ano, contribuem para o surgimento de queimadas ou proliferação de doenças, dentre elas, a dengue.

A Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Jardim Popular em São José dos Quatro Marcos, desenvolve o Projeto "Varal Solidário". O projeto nasceu a partir da iniciativa da enfermeira da unidade Letícia Borges Guimarães, com o objetivo de ajudar famílias carentes moradoras do bairro.

De acordo com a enfermeira e idealizadora do Projeto Letícia Borges, a UBS está sempre trabalhando com programas do Ministério da Saúde e um deles inclui a Puericultura. “Nesse atendimento as mães sempre reclamam que as roupinhas estão pequenas ou que não tem condições de comprar”, disse a enfermeira ao justificar a criação do Projeto.

O Projeto “Varal Solidário” foi iniciado com o apoio de todos os servidores da Unidade Básica de Saúde, que juntos montaram o varal, onde as doações de roupas, calçados e outros acessórios são colocados. “Todo mundo ajudou, organizamos tudo, o varalzinho e fizemos os prendedores, tudo enfeitadinho”, afirmou.

Letícia Borges informou que inicialmente ficou receosa para iniciar o Projeto, que tem como lema: Quem tem sobrando doa, quem precisa pega. “A gente tem recebido não só roupas, como calçados, mantas, fraudas e até mosquiteiro”, disse.

Segundo Letícia, as doações recebidas beneficiam desde recém nascidos a crianças de 12 anos de idade. “Ela finalizou agradecendo aos doadores e ressaltou a importância das doações. "Sempre que puder nos ajude, porque todo mundo precisa de ajuda”, frisou.

Pais e alunos fizeram um protesto, nesta segunda-feira (5), em frente à Escola Estadual Souza Bandeira, em Cuiabá. Eles pedem que os professores da rede estadual de educação encerrem a greve que já dura 71 dias.

Os pais alegam que os filhos estão sendo prejudicados pela falta de conteúdo e estão preocupados com o calendário letivo que deve ser alterado em razão da paralisação.

Um dos pais presente no protesto disse que a reivindicação dos professores é legítima, mas a greve já se estendeu demais e os alunos é que pagarão o 'preço'.

De acordo com o presidente do Sintep, Valdeir Pereira, os profissionais já estão mais flexíveis com relação à aceitação da proposta do governo.

"Antes estava sendo exigido o pagamento imediato do reajuste, agora os profissionais estão mais flexíveis e aceitam a proposta de um calendário para pagamento do reajuste", declarou ele.

O governo do estado afirmar que, em razão do cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), não tem condições de conceder reajuste à categoria. Entretanto, deve avaliar uma nova proposta.

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