Uma idosa de 66 anos, moradora de Mirassol D'Oeste, passou por constrangimento enquanto aguardada para embarcar no Terminal Rodoviário de Mirassol D'Oeste - MT. Segundo informações prestadas pela Sra. Cleide Gonzava da Silva, filha da idosa, ela precisou utilizar o banheiro das dependências do local quando foi informada de que não havia nenhum disponível, pois ambos estavam interditados.

Ela alega que ao tentar obter informações com funcionários da rodoviária, foi informada de que as chaves dos banheiros estavam de posse de outra funcionária que não estava no local e teria recebido como resposta, em tom rude, que "se estava trancado, é porque não era pra utilizar".

A idosa, então, que tem saúde frágil em razão de um AVC, se viu obrigada a realizar o pagamento de uma corrida de táxi, no valor de R$ 20,00 até um hotel próximo, para que pudesse ter acesso a um banheiro. O valor depois foi devolvido pelo taxista que, comovido, disse se sensibilizar com a situação.

O detalhe é que a idosa havia realizado o pagamento da Taxa de Embarque, cobrança instituída pela municipalidade para fazer frente às despesas com a manutenção do local e que, embora arrecadado, não havia sido aplicado de forma a evitar a situação.

A moradora chegou a publicar um vídeo em suas redes sociais, mostrando a situação precária da Rodoviária, na tentativa de chamar a atenção para o problema. "Não tenho a intenção de prejudicar ninguém, mas gostaria que nossos direitos fossem respeitados, já que pagamos para ter acesso a estes serviços", desabafou. 

 

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Moradora do bairro Jardim São Paulo, a Sra. Elizangela de Oliveira, recorreu ao Ministério Público com o objetivo de garantir que seu filho, de apenas sete anos, frequente a escola.

Segundo ela, o menor é matriculado no Centro Educacional Edson Athier Tamandaré e, em razão de um problema de saúde, que faz com que tenha menos de 10% de visão em um dos olhos, precisa de acompanhamento de uma assistente especializada durante as aulas, que lhe garanta condições de não só frequentar o ambiente escolar com segurança como acompanhar os estudos de forma adequada.

Ainda de acordo com a moradora, a Escola não proíbe o menor de frequentar as aulas, mas diz não ter condições de dar a assistência de que o menor necessita. Ela solicita no Ministério Público que providências sejam tomadas no sentido de se realizar a contratação de um assistente educacional para o filho, que permanece sem frequentar a sala de aula.

"Meu filho me pergunta porque seus colegas estão indo na escola e ele não, mas não sei o que responder", declarou ao informar que espera uma posição da Secretaria Municipal de Educação sobre o impasse, já que as aulas já começaram e o aluno segue perdendo dias letivos.

Uma moradora do Bairro Bandeirantes II, em Mirassol D'Oeste, diz estar revoltada com a falta de serviços públicos em seu bairro. Segundo ela, que mora na esquina da Rua Ione Vera com a Severino da Conceição, diversas solicitações já foram feitas, mas os pedidos são sempre negados pela prefeitura.

"Eles dizem que nossa localização é clandestina e que, por isso, não podem atender. Mas resido aqui há vários anos, meu imóvel possui escritura e, portanto, não é irregular", declarou Maria Ester da Silva.

Segundo ela, falta patrolamento, existem lotes vazios que precisam ser limpos e a iluminação pública nunca existiu. "Faço um apelo para que resolvam a situação, pois nossa preocupação é grande, principalmente com quem trabalha e estuda a noite, pois estão correndo risco de vida.

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