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Filha de Galli é ré em ação penal por furto qualificado e estelionato

A filha do deputado federal Victório Galli (PSL), Ester do Nascimento Galli, é ré em uma ação penal que tramita na Justiça, acusada de furto e estelionato.

De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MP-MT), assinada pela promotora de Justiça, Fânia Helena Oliveira de Amorim, aceita pela juíza Silvana Ferrer Arruda, da Quinta Vara Criminal de Cuiabá, a filha de Galli é acusada de furto com abuso de confiança, mediante duas ou mais pessoas, destruição de obstáculo à subtração, além de estelionato.

De acordo com o documento, Ester Galli, atualmente com 33 anos, trabalhou por oito meses, entre os anos de 2008 e 2009 no Grupo Atame, em Cuiabá, onde exerceu a função de auxiliar administrativa, subordinada a Eliani Aparecida de Oliveira. O MP-MT aponta que as duas teriam falsificado vários cheques, pois inseriram o nome de Ester nas ordens de pagamento da empresa, totalizando R$ 32 mil.

A denúncia aponta que ambas eram responsáveis por administrar os cheques de pagamento à vista e pré-datados que os alunos pagavam para a empresa especializada em cursos. As duas ao adulterarem os mesmos, inserindo o nome de Ester, ordenavam os depósitos para duas contas correntes, no nome da filha de Galli e também no de Chirley Conceição do Nascimento, mãe de Ester.

Ester foi demitida sem justa causa, em outubro de 2009, por ter lançado indevidamente o nome de um aluno no sistema Serasa. Um mês depois, foi a vez de Eliani pedir para sair da empresa, alegando que o marido dela, funcionário de um banco, seria transferido para Rondonópolis.

Descoberta do esquema

De acordo com o MP-MT, a fraude só foi descoberta em dezembro de 2009, após a empresa detectar que dois cheques foram depositados na conta de Ester. O valor de cada um deles era de R$ 301 e foram descontados em 27 de novembro e 28 de dezembro daquele ano. Em seu primeiro depoimento, em janeiro do ano seguinte, a filha de Galli afirmou que os cheques eram relativos ao pagamento de sua rescisão do contrato de trabalho.

A empresa, no entanto, apontou que fez os pagamentos referentes ao salário e rescisão contratual através de transferências bancárias e em espécia. Em novo interrogatório, em março de 2010, ela ficou em silêncio.

Furto na empresa

Na tarde do dia 28 de novembro, o MP-MT apontou que Ester, juntamente com outras oito pessoas, arrombaram uma porta e dois cofres da empresa e levaram um montante de R$ 220 mil, em cheques, além de talões em branco, pertencentes à empresa. O grupo levou ainda nove monitores LCD, dois aparelhos de datashow, notas fiscais diversas, documentos de veículos, além de contratos.

O grupo teria fugido em um Escort vermelho. O MP-MT afirma que o grupo sabia o que ia levar, já que não revirou o local, furtando inclusive cheques que estavam trancados numa gaveta. A chave da mesma ficava em uma caixa, cujo esconderijo Ester conhecia.

A atuação teria contado com a colaboração de um empregado da empresa de segurança que ocultou o disparo do alarme de vigilância, afirmando que foi ao local e observou que 'aparentava estar tudo ok'.

Conta com documento falso

Uma das integrantes do grupo se passou por Jussara Neves Furtado de Souza, abrindo uma conta no Banco do Brasil e outra no Bradesco com carteira de identidade, CPF e carteira de trabalho falsificadas. 

Outros dois integrantes do grupo também abriram contas, e após o furto na empresa, começaram a compensar os cheques. Os outros o fizeram diretamente na boca dos caixas das agências referentes a cada banco.

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