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O Conselho Superior do Ministério Público de Mato Grosso julga na próxima quinta-feira (19) o promotor de justiça, Fábio Camilo da Silva, que surtou em julho de 2017 e discutiu com policiais militares que tentaram abordá-lo após suspeita de embriaguez ao volante.

O membro do órgão ministerial era lotado em Guarantã do Norte e foi interditado. Os fatos envolvendo policiais ocorreram em uma rodovia nas proximidades de Peixoto de Azevedo. Além da discussão recente, pesa contra ele acusações de várias outras infrações disciplinares.

Conforme divulgado, anteriormente Fábio Camilo infringiu normas ao: assediar uma promotora, prender um homem por suposta embriaguez, ter faltado audiências por estar na cidade de Chapada dos Guimarães (sem prévio aviso), oferecer garrafas de whisky para um juiz durante audiência, agredir uma adolescente infrator e atropelar um deficiente físico quando estava visivelmente embriagado, chamando a vítima de “preto nojento”.

GUARANTÃ DO NORTE

Em 1 de julho de 2017, o recém empossado promotor de Justiça de Guarantã do Norte (700 km de Cuiabá), Fábio Camilo da Silva, foi acusado de ameaçar hóspedes de um hotel da cidade e jogar água em um deles.

Já na parte da manhã, o suspeito ainda teria quebrado o vidro de uma emissora de TV do município.

Antes, o promotor envolveu-se em confusão com a Polícia Militar, em uma rodovia nas proximidades de Peixoto de Azevedo. Segundo o relato, o membro do Ministério Público Estadual (MPE) estaria alcoolizado e desafiou o policial que o abordou, arrancando-lhe o boné da cabeça e também o enforcando.

Ele não foi preso por possuir prerrogativa de foro.

Por: Gazeta Digital

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