Prefeitura de Mirassol D'Oeste divulga resultado preliminar de seleção para Engenheiro Civil e Arquiteto-Urbanista
O objetivo é contratar dois profissionais, em caráter temporário a fim de suprir as necessidades do ...
Três suspeitos são presos em barraca de verduras usada para jogo do bicho
Militares do 4° Batalhão de Polícia Militar de Várzea Grande, conduziram três suspeitos de envolvime...
Sargento pula de carro em movimento; nada em rio e escapa da morte em Cuiabá
Militar foi rendido por criminosos ao chegar em casa no Recanto dos Pássaros Um sargento do Corpo d...
Governadora do Rotary Club visita prefeito de Mirassol D'Oeste
Considerando a relevância dos serviços prestados pelo Rotary no município de Mirassol D´Oeste, o pre...
TJ condena instituição de Mirassol por não acolher menor
Por decisão unânime, a Terceira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso desp...
Obra mal planejada deixa crianças sem creche em Mirassol D’Oeste
Entre os dias 10 e 11 de outubro de 2018, estiveram em nosso município, técnicos da Associação dos M...
Prefeitura de Mirassol D'Oeste divulga resultado p...
Três suspeitos são presos em barraca de verduras u...
Sargento pula de carro em movimento; nada em rio e...
Governadora do Rotary Club visita prefeito de Mira...
TJ condena instituição de Mirassol por não acolher...
Obra mal planejada deixa crianças sem creche em Mi...

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) protocolou nesta terça-feira (19), na Sétima Vara Criminal, da juíza Selma Rosane Arruda, o pedido de rescisão do acordo de colaboração premiada realizado com o advogado Joaquim Fábio Mielli Camargo, no âmbito da primeira fase da “Operação Ventríloquo”. Conforme o com o Gaeco, ele teria omitido fatos ilícitos propositadamente com a finalidade de proteger o deputado Estadual Romoaldo Júnior.

Ao formalizar o acordo de delação premiada com o Ministério Público Estadual (MPE), Joaquim Fábio Mielli Camargo estava ciente de que sonegação da verdade ou mentira em relação aos fatos em apuração implicaria na rescisão do acordo.

Conforme Olhar Jurídico antecipou em junho deste ano, conversas gravadas pelo  também colaborador Julio César Domingues Rodrigues com Romoaldo Júnior e Joaquim Fábio provam o envolvimento do parlamentar no esquema criminoso e o fato de que o advogado tinha conhecimento dessas informações. Preferiu, entretanto, sonegar estas informações, quando ouvido pelo MPE.

Com a rescisão do acordo, o Gaeco requereu o cancelamento de todos os benefícios propostos inicialmente ao advogado Joaquim Fábio e oferecerá denúncia pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e peculato.

Entenda o Caso:

A "Ventríloquo" desmantelou organização criminosa instalada na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) que teria desviado cerca de R$ 9,5 milhões.

De acordo com o Gaeco,  “no período compreendido entre os anos de 2013 e 2014 os investigados junto com parlamentares estaduais constituíram uma organização criminosa estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas com um único objetivo: saquear os cofres da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso”.

No mesmo período os investigados teriam ocultado e dissimulado a natureza e a origem dos valores provenientes da infração penal cometendo o crime de lavagem de capitais. Na época, a Assembleia Legislativa contratou um seguro junto ao antigo Bamerindus Companhia de Seguros na década de 90 (hoje HSBC, que o incorporou), porém, não quitou os valores devidos, o que levou à Seguradora ingressar com a ação de execução no ano de 1997.

Por: Olha Direto

 

Na época os promotores concluíram que  entre os meses de fevereiro à abril de 2014 os denunciados subtraíram cerca de R$ 9,5 milhões em proveito próprio e alheio valendo-se da condição de funcionários públicos de alguns de seus membros.

Destaques do Dia

Curtinhas

Variedades

Nacional & Internacional

Polícia & Judiciário

Curta-nos no Facebook