Especialista em onça é contra remoção do animal do centro de Cáceres
O doutor em Ecologia pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fernando Tortato, que é especi...
Boliviano morre em acidente em Cáceres
Na manhã desta quarta feira, 18/07, por volta das 07h00, Investigadores de plantão na 1DP de Cáceres...
Mulher de Eduardo Cunha é condenada a 2 anos e 6 meses
TerraA mulher do ex-deputado Eduardo Cunha, Cláudia Cruz, foi condenada a dois anos e 6 meses pelo T...
Mulher é presa suspeita de torturar, abusar sexualmente e manter em cárcere um adolescente de 16 anos
G1Uma mulher de 33 anos, que não teve o nome divulgado, foi presa nesta quarta-feira (18), em Itumbi...
Time Salesiano de Cáceres conquista posição de destaque no Campeonato de Cosmópolis - SP
O Time Salesiano de Cáceres está superando as expectativas no Futebol Amador. Em recente torneio na ...
Polícia Civil de Mirassol D’Oeste abre seleção para estudantes de Direito
O estágio é de natureza não remunerada e sem vínculo empregatício de qualquer natureza com a Institu...
Especialista em onça é contra remoção do animal do...
Boliviano morre em acidente em Cáceres
Mulher de Eduardo Cunha é condenada a 2 anos e 6 m...
Mulher é presa suspeita de torturar, abusar sexual...
Time Salesiano de Cáceres conquista posição de des...
Polícia Civil de Mirassol D’Oeste abre seleção par...

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) protocolou nesta terça-feira (19), na Sétima Vara Criminal, da juíza Selma Rosane Arruda, o pedido de rescisão do acordo de colaboração premiada realizado com o advogado Joaquim Fábio Mielli Camargo, no âmbito da primeira fase da “Operação Ventríloquo”. Conforme o com o Gaeco, ele teria omitido fatos ilícitos propositadamente com a finalidade de proteger o deputado Estadual Romoaldo Júnior.

Ao formalizar o acordo de delação premiada com o Ministério Público Estadual (MPE), Joaquim Fábio Mielli Camargo estava ciente de que sonegação da verdade ou mentira em relação aos fatos em apuração implicaria na rescisão do acordo.

Conforme Olhar Jurídico antecipou em junho deste ano, conversas gravadas pelo  também colaborador Julio César Domingues Rodrigues com Romoaldo Júnior e Joaquim Fábio provam o envolvimento do parlamentar no esquema criminoso e o fato de que o advogado tinha conhecimento dessas informações. Preferiu, entretanto, sonegar estas informações, quando ouvido pelo MPE.

Com a rescisão do acordo, o Gaeco requereu o cancelamento de todos os benefícios propostos inicialmente ao advogado Joaquim Fábio e oferecerá denúncia pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e peculato.

Entenda o Caso:

A "Ventríloquo" desmantelou organização criminosa instalada na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) que teria desviado cerca de R$ 9,5 milhões.

De acordo com o Gaeco,  “no período compreendido entre os anos de 2013 e 2014 os investigados junto com parlamentares estaduais constituíram uma organização criminosa estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas com um único objetivo: saquear os cofres da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso”.

No mesmo período os investigados teriam ocultado e dissimulado a natureza e a origem dos valores provenientes da infração penal cometendo o crime de lavagem de capitais. Na época, a Assembleia Legislativa contratou um seguro junto ao antigo Bamerindus Companhia de Seguros na década de 90 (hoje HSBC, que o incorporou), porém, não quitou os valores devidos, o que levou à Seguradora ingressar com a ação de execução no ano de 1997.

Por: Olha Direto

 

Na época os promotores concluíram que  entre os meses de fevereiro à abril de 2014 os denunciados subtraíram cerca de R$ 9,5 milhões em proveito próprio e alheio valendo-se da condição de funcionários públicos de alguns de seus membros.

Destaques do Dia

Curtinhas

Variedades

Nacional & Internacional

Polícia & Judiciário

Curta-nos no Facebook