Política

Bolsonaro lidera pesquisa presidencial mesmo Lula aparecendo no cenário

O pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro segue à frente em nova pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas em parceria com a Jovem Pan. Com 25,2%, o deputado é seguido por Marina Silva (14,3%), Ciro Gomes (10,5%), Álvaro Dias (5,6%), Geraldo Alckmin (4,3%), Fernando Haddad (2,2%), Manuela D’Ávila (2,1%), Henrique Meirelles (1,8%), João Amoêdo (1,1%), e Guilherme Boulos, Rodrigo Maia (ambos com 0,8%) e Flávio Rocha (0,6%).

A pesquisa foi realizada com eleitores do Distrito Federal. Apesar de aparecer à frente, Bolsonaro aparece com 0,1% a menos do que os eleitores que afirmaram não votar em nenhum dos nomes

apresentados (25,3%). 5,5% não souberam responder.

No segundo cenário, com a presença de Lula, Bolsonaro continua na liderança com 24,3%, seguido de Lula (21%), Marina Silva (10,6%), Ciro Gomes (6,9%), Álvaro Dias (5,4%), Geraldo Alckmin (3,7%), Henrique Meirelles (1,7%), Manuela D’Ávila (1,3%), João Amoêdo (1%), e Guilherme Boulos (0,8%), Rodrigo Maia (0,7%) e Flávio Rocha (0,5%)

Não votariam em nenhum dos nomes 18,4% dos eleitores participantes da pesquisa. Não souberam responder 3,8%.


Dados da pesquisa
Apresentamos a seguir os resultados da pesquisa de opinião pública realizada no Distrito Federal, com o objetivo de consultar à população sobre a situação eleitoral para o Executivo Federal.

O universo desta pesquisa abrange os eleitores do Distrito Federal. Para a realização desta pesquisa foi utilizada uma amostra de 1.540 eleitores, sendo esta estratificada segundo sexo, faixa etária, grau de escolaridade e nível econômico.

O trabalho de levantamento de dados foi feito através de entrevistas pessoais com eleitores com 16 anos ou mais durante os dias 06 a 11 de julho de 2018, sendo auditadas simultaneamente à sua realização, 20,0% das entrevistas.

Tal amostra representativa do Distrito Federal atinge um nível de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,5% para os resultados gerais. Para a seleção da amostra utilizou-se o método de amostragem estratificada proporcional, conforme o mapeamento do Distrito Federal em 31 regiões administrativas.

A Paraná Pesquisas encontra-se registrada no Conselho Regional de Estatística da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª Região sob o nº 3122/18. A amostra é representativa dos moradores das áreas pesquisadas e foi selecionada em três etapas.

Na primeira etapa selecionou-se as regiões onde as entrevistas foram realizadas através do método PPT (Probabilidade Proporcional ao Tamanho), considerando a população eleitora com 16 anos ou mais residente nas regiões.

Na segunda etapa, fez-se um sorteio probabilístico dos setores censitários, onde as entrevistas foram realizadas, através do método PPT (Probabilidade Proporcional ao Tamanho), tomando a população eleitora de 16 anos ou mais residente nos setores como base para essa seleção.

Na terceira etapa, a seleção dos entrevistados dentro do setor censitário, foi feita utilizando-se quotas amostrais proporcionais, em função das seguintes variáveis: sexo, faixa etária, escolaridade e nível econômico.

Redação com Jovem Pan

DEU NA FOLHA: Selma pode surpreender

Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre

De acordo com o jornal, a candidata do PSL é forte na disputa ao Senado

Pré-candidata ao Senado pelo PSL, a ex-juíza Selma Arruda pode surpreender. Ao menos é o que diz publicação do jornal Folha de S. Paulo. Em matéria sobre a renovação dos quadros femininos no Senado Federal, onde uma série de dificuldades para a formação de chapas envolvendo as mulheres que atualmente detêm mandato na câmara alta, a publicação destaca que duas pré-candidatas podem surpreender neste ano.

“Além disso, dois nomes de partidos pequenos podem surpreender: a jornalista Ursula Vidal (PSOL) no Pará e a ex-juíza Selma Arruda (PSL), que será candidata em Mato Grosso”, diz a publicação.

Selma vem enfrentando dificuldades na formação de uma chapa e chegou até mesmo a ameaçar retirar a sua candidatura caso o seu partido coligue com o MDB.

Por: O Livre

Veículos de comunicação devem ficar atentos às regras eleitorais

O Ministério Público Eleitoral expediu recomendação aos representantes de rádios, televisões e jornais do estado para que, na sua programação normal, se abstenham da divulgação de qualquer propaganda eleitoral de pré ou possíveis candidatos ou partidos políticos, assim compreendidas não só as propagandas com pedidos explícitos de votos, mas também aquelas proferidas no mesmo sentido. A recomendação tem o intuito de garantir a defesa do regime democrático e a lisura do pleito.

De acordo com o artigo 36, da Lei 9.504/97, é proibida qualquer propaganda eleitoral antes de 16 de agosto do ano da eleição, estando o descumprimento sujeito, inclusive, à multa de R$ 5 mil à R$ 25 mil. Esse limite cronológico visa garantir que todos os pré-candidatos tenham um mesmo prazo para realizar as atividades de captação de voto, diminuindo os efeitos da desigualdade dos recursos econômicos na viabilidade das campanhas e combatendo a influência do poder econômico sobre o resultado das eleições.

Embora a Lei 9.504/97 permita a livre manifestação do pensamento, ainda que consista em divulgação de pré-candidatura, em exaltação das qualidades pessoais e profissionais do pré-candidato e em menção às ações empreendidas por ele e aos seus projetos e programas a implantar caso eleito, a divulgação dessas informações deve ser no contexto do desejável debate político. Não deve implicar ônus para o partido, para o pré-candidato ou para o próprio veículo de comunicação, já que a lei só permite a arrecadação e o gasto de campanha após o registro da candidatura e de todos os trâmites eleitorais, que só se dará a partir de 16 de agosto deste ano.

A procuradora regional eleitoral Cristina Nascimento de Melo destaca, na recomendação, que a radiodifusão, como concessão pública, tem vedação expressa ao tratamento privilegiado a candidatos e partidos, devendo, inclusive, conferir isonomia de oportunidades em programas e entrevistas, do que se conclui não estar a emissora autorizada, mesmo que disfarçadamente, a fazer a típica propaganda eleitoral (diferente de emitir tão só opinião), pelo que continua sendo proibida a propaganda eleitoral no rádio e na TV fora do horário eleitoral gratuito, a ser distribuído pela Justiça Eleitoral.

Os veículos de comunicação também não devem emitir opinião favorável ou contrária a candidatos ao ponto de promover-lhes a candidatura, porque tal conduta abusiva assumiria gravidade suficiente para afetar a normalidade e a legitimidade das eleições.

Dessa forma, o MP Eleitoral recomenda também, que os veículos se limitem a noticiar eventuais pré-candidaturas e a fazer referência a qualidades ou defeitos pessoais e/ou profissionais dos concorrentes e às ações por eles empreendidas e a empreender, sem extrapolar o limite da garantia constitucional de liberdade de imprensa e fazer típica propaganda eleitoral, o que pode caracterizar abuso de poder, ferindo o princípio da isonomia no processo eleitoral.

Os programas e entrevistas com pré-candidatos ou candidatos, bem como seus locutores, apresentadores e comentaristas devem observar rigorosamente o tratamento isonômico, desde o convite dirigido a todos, até a formatação, a duração e o conteúdo do programa ou entrevista.

Por: Redação 24 Horas News

CRISE NO PSL: Deputado irá driblar ex-juíza em MT

Dono do PSL em MT, Victório Galli acha que a juíza Selma Arruda é radical ao extremo ao recusar aliança com político ficha suja. O deputado não está nem aí para o currículo dos aliados. Só quer palanque para tentar garantir sua reeleição.

Em entrevista, Galli disse se mirar em exemplos das igrejas – como as evangélicas -, que, segundo ele, aceitam qualquer um.

Por: Folha Max

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