Brasil

Ciro ataca repórter durante comício em Boa Vista

O candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, atacou um repórter durante comício em Boa Vista, capital Roraima, no último sábado (15).

O jornalista questionava o ex-governador do Ceará sobre uma declaração na qual ele chamara de "desumanidade" e "canalhice" o ataque xenófobo contra venezuelanos em Pacaraima (RR), ocorrido no dia 18 de agosto. Ciro também dissera ter sentido pela primeira vez "vergonha de ser brasileiro".

O candidato ouve o questionamento até o fim, quando dá um empurrão no repórter e diz: "Vá para a casa do Romero Jucá, seu filho da p...". "Pode tirar esse daqui, esse aqui é do Romero Jucá. Prende ele aí", grita Ciro.

Jucá, presidente do MDB, é Senador por Roraima e tenta a reeleição, além de ser adversário político do ex-governador do Ceará.

Ciro é conhecido pelo temperamento explosivo e, nas eleições de 2002, chegou a ser favorito para ir ao segundo turno com Lula, mas acabou caindo nas pesquisas após declarações destemperadas, como quando chamou um ouvinte de "burro" durante entrevista a uma rádio.

Na última sondagem do Datafolha, Ciro aparece empatado com Fernando Haddad (PT) com 13%, mas o petista vem em trajetória de alta.

Por: Terra

SAÚDE: Mais Médicos atende 73% das cidades de MT

Diário de Cuiabá
Há cinco anos, Mato Grosso recebia os primeiros profissionais do “Mais Médicos”, programa criado pelo governo federal com o objetivo de ampliar à assistência na atenção básica fixando médicos nos municípios ou comunidades com mais carência ou menos assistidos. Desde então, 236 especialistas passaram a atuar por meio da iniciativa no Estado.

Do total, 39 são de brasileiros com CRM Brasil, 65 de intercambistas individuais (brasileiros formados no exterior e ainda sem CRM ou estrangeiros) e 132 são de cooperados (cubanos), conforme informações da Secretaria de Estado de Saúde (Ses/MT). Atualmente, eles estão distribuídos em 102 dos 141 municípios mato-grossenses.

Mas, 21 vagas continuam desocupadas e aguardam reposição em Mato Grosso. E o plano do Ministério da Saúde (MS) é ampliar o programa em todo país. Conforme a Secretaria de Saúde, em 16 de agosto passado foi publicado o edital n 13, prevendo consulta aos municípios para manifestação de interesse em eventual participação no “Mais Médico” e 10 manifestaram interesse. “Porém, não há qualquer previsão por parte do Ministério da saúde para abrir novas vagas no momento, é apenas uma consulta”, destacou.

No Estado, alguns dos municípios já contemplados com o programa são Água Boa, Barra do Garças, Brasnorte, Colíder, Juína, Mirassol D’Oeste, Nova Canaã, Pontes e Lacerda, Porto Espiridião, Sorriso, Tabaporã, Tangará da Serra, Vila Rica e em Cuiabá. Na capital, atuam cinco médicos.

Um deles é o clínico geral Giacamo Luiz Tonial, que aderiu ao “Mais Médicos” em janeiro deste ano. De Cuiabá, atualmente ele atua na unidade do Programa de Saúde da Família (PSF) do Quilombo, onde atende em média 28 pacientes ao dia distribuídos em dois turnos (manhã e tarde).

“Um ganho particular meu refere-se a um maior contato com os pacientes com hanseníase. Até então, aqui em Cuiabá, meu trabalho era direcionando para a medicina em urgência, UTI, pronto socorro e pronto atendimento. Em São Paulo, com unidade básica, mas lá são poucos casos de hanseníase e era algo que eu sempre quis trabalhar. Hoje, é uma das primeiras doenças que procuro investigar no paciente, desde os que chegam com uma dor no pé ou uma mancha diferenciada no corpo”, comentou.

A demanda de pessoas diabéticas, hipertensas e com problemas renais também é expressiva. “Então, da minha vivência em UTIs, pacientes que só teriam exames solicitados posteriormente, eu acabo antecedendo para que quando ele chegue à consulta com o especialista já esteja com o exame pronto”, destacou.

Para o secretário municipal de Saúde (SMS), Huark Douglas Correia, os resultados do programa têm sido positivos. “Os médicos que integram o programa, a princípio, estão dentro das unidades básicas com compromisso de assistir à população dentro das estratégias do programa da família. Eles trabalham na promoção à saúde, que é voltada para o acompanhamento dos pacientes, como os diabéticos e os hipertensos, e na promoção da saúde da mulher e das crianças, o que melhora os indicadores de qualidade de vida evitando com que entrem para urgência e emergência”, comentou.

No Brasil, 37 mil profissionais do próprio país e do exterior participaram do programa, que segue recebendo críticas de entidades médicas. Segundo a pasta, atualmente, são 18,2 mil vagas preenchidas em 4 mil municípios e 34 distritos indígenas, beneficiando 63 milhões de pessoas.

O presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers), Fernando Matos alega que a principal crítica das entidades médicas é de que a origem do programa teve uso político: “Alguns milhares de médicos brasileiros se inscreveram e nunca foram chamados. O programa tinha cunho eleitoreiro. Havia vontade de passar dinheiro do pagamento dos profissionais para outros países”.

Matos se refere ao convênio do Brasil com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que faz a intermediação dos contratos com médicos cubanos. A polêmica maior é porque parte da remuneração é enviada pela entidade diretamente ao governo de Cuba. Outro problema, segundo ele, é que não há como fiscalizar os profissionais que vêm de fora.

“Até hoje, os conselhos de medicina não sabem se os profissionais de outros países que vêm para o Mais Médicos são médicos ou agentes de saúde. Não há como fiscalizarmos isso. Alguns casos de falta de habilitação para o trabalho foram comprovados”, disse.

No país, participam do programa médicos cooperados (cubanos) e intercambistas (brasileiros médicos formados no Exterior ou de outras nacionalidades) de países como Peru, Uruguai, El Salvador, Venezuela, República Dominicana, Honduras, Palestina, Argentina, Itália, Portugal, Haiti, Guatemala, Espanha, México, Bolívia, Equador e Paquistão.

O contrato dos médicos é de três anos, com possibilidade de prorrogação. Os profissionais recebem bolsa-formação de R$ 11,8 mil e ajuda de custo inicial entre R$ 10 mil e R$ 30 mil para deslocamento para o município de atuação. Além disso, todos eles têm moradia e alimentação custeadas pelas prefeituras.

Ainda, conforme a Secretaria de Saúde, no próximo dia 20 de deste mês haverá um encontro de avaliação entre tutores e supervisores do programa. No dia 10 de outubro, está prevista uma aula presencial, em Cuiabá, do curso de especialização da última turma que ingressou no Estado.

Marinha do Brasil abre 90 vagas para o nível Médio Técnico

Marinha do Brasil abre 90 vagas para o nível Médio Técnico
Estão abertas as inscrições para concurso público de nível médio técnico da Marinha do Brasil (MB). As inscrições do Corpo Auxiliar de Praças (CAP) começam hoje, dia 20 de agosto, e irão até o dia 10 de setembro de 2018. A seleção é destinada a candidatos com nível médio técnico, sem a exigência de experiência profissional anterior. A taxa de inscrição é de R$ 70,00 e o pagamento pode ser realizado até o dia 18 de setembro.

Quem pode se inscrever

Homens e mulheres brasileiros ou naturalizados com mais de 18 e menos de 25 anos, no dia 1° de janeiro de 2019, que tenham o ensino médio técnico completo e que estejam em dia com as obrigações civis e militares. Como participar Interessados devem acessar o site WWW.ingressonamarinha.mar.mil. Quem preferir, poderá inscrever-se pessoalmente nos Postos de Atendimento ao Candidato, distribuídos por todo o país. O horário de atendimento é das 8h30 às 16h30. As vagas

Este ano, são ofertadas 90 vagas para os candidatos, sendo: Administração (4), Administração Hospitalar (4), Contabilidade (8), Edificações (4), Eletrônica (4), Enfermagem (4), Estatística (3), Estruturas Navais (3), Gráfica (5), Marcenaria (4), Mecânica (6), Metalurgia (6), Motores (4), Processamento de Dados (16), Química (3), Radiologia Médica (4), Secretariado (4) e Telecomunicações (4).

Detalhes do Concurso Público

Os interessados farão prova de conhecimentos profissionais, com 50 questões objetivas e redação, com duração de quatro horas. Os que forem aprovados nessa primeira etapa realizarão os Eventos Complementares, que são: Verificação de Dados Biográficos (VDB), Inspeção de Saúde (IS), Teste de Aptidão Física (TAF) que engloba corrida com o percurso de 2.400 metros em 16 minutos para homens e 17 minutos para as mulheres e natação com o percurso 25 metros em 50 segundos para homens e 1 minuto para as mulheres. Os testes físicos serão realizados em dois dias não consecutivos.

Conheça o Curso de Formação

Os aprovados nas diversas fases do concurso serão convocados para realizar o Curso de Formação no Centro de Instrução Almirante Alexandrino (CIAA), na cidade do Rio de Janeiro. Durante o curso, os alunos recebem ajuda de custo de cerca de R$ 900,00. Ao final do curso, eles serão nomeados Cabos da Marinha recebendo um salário médio de R$3.388,83, já contando com adicionais, além de receberem diversos benefícios, como

alimentação, ajuda para aquisição de uniformes, assistência médico-hospitalar e acesso a instalações sociorrecreativas para si e seus dependentes, entre outros.

Os candidatos ingressarão na Marinha como Praças na graduação de Cabo e poderão seguir carreira e serem promovidos a Terceiros-Sargentos, Segundos-Sargentos, Primeiros-Sargentos e, por último, a Suboficiais.

Serviço

Concurso Público para Ingresso no Corpo Auxiliar de Praças da Marinha (CP-CAP) Inscrição: 20/08/2018 a 10/09/2018 Valor: R$ 70,00 Informação ao candidato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. / (21) 2104-6006 Site: www.ingressonamarinha.mar.mil.br Siga-nos: www.facebook.com/ingressonamarinha Divisão de Divulgação de Concurso Público Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha TEL: (21) 2197-7337 Retelma: 8110-7337 Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


Fonte: Assessoria

No mundo real Marina Silva andou armada. No mundo ideológico, prega o desarmamento.

Marina Silva, a eterna candidata, andou armada no mundo real, mas deixou esse mundo para trás e adotou a ideologia como modo de vida eleitoral.

Marina Silva, aquele ser do nosso folclore que só aparece de quatro em quatro anos, atacou ferozmente o candidato Jair Bolsonaro no último debate por conta da discussão sobre armas de fogo. Disse ela: “Nós somos mães, nós educamos os nossos filhos. A coisa que uma mãe mais quer é ver um filho sendo educado para ser um cidadão de bem. E você fica ensinando para os nossos jovens que eles têm de resolver as coisas na base do grito, Bolsonaro. Você é um deputado, você é pai de família. Você um dia desses pegou a mãozinha de uma criança e ensinou como é que se faz para atirar”.

Não é a primeira vez que a candidata se mostra francamente favorável ao desarmamento, ou melhor, favorável ao monopólio da força na mão do Estado. Marina, no entanto, parece ter esquecido sua própria vida e até mesmo a vida da sua mãe.

Em entrevista concedida ao UOL e publicada no dia 28 de maio deste ano, Marina afirmou:

“FUI SEMPRE MUITO PROTEGIDA. VENHO DE UMA FAMÍLIA DE MATRIARCAS, DE MULHERES FORTES. MINHA MÃE TINHA MEDO DE ABORDAGENS VIOLENTAS E ME FAZIA LEVAR UMA ESPINGARDA PARA O SERINGAL. MAS ERA UM PROBLEMA, PRIMEIRO PORQUE EU NÃO SABIA ATIRAR E DEPOIS, PORQUE A ESPINGARDA IA SEM CARTUCHO. [MARINA SORRI COM A LEMBRANÇA.] ERA UM SÍMBOLO.”

Será que a mãe de Marina também achava que tudo se resolvia na violência? Parece-me óbvio que não, uma vez que nem munição havia na arma, possivelmente uma justa preocupação de que a filha – que nem mesmo sabia usar aquele instrumento – se ferisse ou ferisse outro de forma não intencional. Pensava Dona Maria Augusta em resolver os problemas de violência nos seringais? Também me parece óbvio que não. Só buscava algum tipo de proteção eficaz para a filha. Fico imaginando – pois só cabe imaginar – quantas vezes a simples presença dessa espingarda, levada às costas de uma menina, evitou algum tipo de violência e ataque.

NO FUNDO, O QUE MARINA FAZ É COLOCAR EM PROVA AQUILO QUE NÓS AFIRMAMOS: A SIMPLES PRESENÇA DE ARMAS EM MÃOS CORRETAS É INIBIDORA DA VIOLÊNCIA E DA CRIMINALIDADE, NÃO O CONTRÁRIO!

Será que Marina Silva, se eleita fosse, desarmaria os seringueiros? Os ribeirinhos? Os sertanejos? Se não, então ela reconhece a arma como instrumento necessário e eficaz para autodefesa? Gostaria muito que essas perguntas lhe fossem feitas durante um desses debates. O que responderá? Um plebiscito, como faz para escapar de se posicionar sobre a liberação das drogas e do aborto? Oras, mas a população já se posicionou sobre isso em 2005, caberia, então, à personagem bissexta respeitar tal decisão, mas sabemos que esse pessoal só respeita resultado favorável.

A candidata também erra, propositadamente ou não, por má-fé ou por ignorância, ao afirmar que armar a população é retirar do Estado a responsabilidade pela segurança. Não há que se falar em armar a população e sim em garantir o direito inalienável de autodefesa, sendo que a arma de fogo é o instrumento eficaz para isso. A escolha é única e exclusivamente do cidadão e aquele que optar pela defesa estatal de forma exclusiva será respeitado. Desejo boa sorte, vai precisar.

Em assim sendo, garantir esse direito não transfere a responsabilidade da segurança pública para o cidadão de forma nenhuma! O Estado continuará o responsável e deve ser cobrado por isso. Cabe agora à candidata, como para muitos outros, entender que Segurança Pública não visa garantir a segurança individual, 24 horas por dia, de milhões de brasileiros e estrangeiros que aqui residem ou transitam!

O ESTADO COMO GARANTIDOR EXCLUSIVO DA SEGURANÇA INDIVIDUAL É UMA FARSA TOTALITÁRIA E COLETIVISTA CRIADA EXATAMENTE PARA RESTRINGIR O INDIVÍDUO E DAR MAIS PODER AO JÁ GIGANTESCO LEVIATAN TUPINIQUIM.

Marina Silva, a eterna candidata, andou armada no mundo real, mas deixou esse mundo para trás e adotou a ideologia como modo de vida eleitoral. Largou a floresta onde, sim, armas são necessárias para sobrevivência, e passou a habitar, conscientemente ou não, aquele mundinho imaginário das mesas de bares do Leblon e da Vila Madalena, das redações dos grandes jornais, dos centros acadêmicos das universidades, onde sua própria mãe seria tachada de fascista que quer resolver tudo na bala, quiçá até de “Bolsominion”.

Link: https://olivre.com.br/no-mundo-real-marina-silva-andou-armada-no-mundo-ideologico-prega-o-desarmamento/

Por: Bene Barbosa

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